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Estamos de volta com a coluna 'Pergunte ao mestre'. O nosso professor entrevistado dessa semana é Marcelo Dantas. Ele ensina história para as turmas do 8º e 9º anos do ensino fundamental. Terminando o curso de história na Universidade Federal de Sergipe, ele deu uma descontraída entrevista para o nosso site.
Marcelo começou a trabalhar como professor logo no início da faculdade e conta um pouco da sua felicidade em ensinar no Colégio Graccho. Algumas perguntas foram feitas por alunos do ensino médio durante o intervalo das aulas. Confira!
Por que você escolheu fazer o curso de história ?
Tive um professor, Valtemberg, que modificou o meu pensamento, me mostou a história de um modo diferente, me fez apaixonar pela matéria de história
Sempre quis ser professor ?
Eu não queria ser professor no início, queria trabalhar na área de pesquisa histórica. Mas depois que comecei a ensinar percebi que valia a pena. Hoje, amo a minha profissão. E agora pretendo fazer um mestrado em Historia Moderna, para me especializar como professor.
Qual a personalidade histórica que você mais admira?
O rei Carlos Magno. Ele foi um dos maiores reis que a historia já viu, porém não sabia ler, nem escrever. Tinha vergonha de sua condição. Por isso, ele construiu escolas e fez com que todo o seu povo aprendesse a ler. Admiro também meu professor de historia, Valtemberg.
Quando não esta em sala de aula. O que mais gosta de fazer?
Gosto de jogar bola e ir ao cinema.
Você acredita que um professor pode mudar a vida de um aluno?
Sim. Por ser uma figura diferente dentro do seu convívio familiar, ele se torna uma referência para o aluno. E o aluno passa a escutar muito o professor.
O que você acha dos alunos do Graccho?
Aqui nós temos alunos muito bons, com muito potencial.
Se não fosse professor de história o que gostaria de ser?
Gostaria de ser jornalista esportivo. E estar lá na África do Sul comentando a copa do mundo. (risos)
Qual a sua banda de música preferida?
Sem dúvida, Asa de Águia. Apesar de que, escuto de tudo.
O que você mais gosta no Graccho?
Por não ser um colégio muito grande, a gente consegue ter um acompanhamento mais pessoal com alunos e coordenadores, pode conhecer as pessoas de verdade. O clima de trabalho é muito bom, vou ser eternamente grato à família Graccho por ter me abertos as portas.
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